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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Mais um texto sem-sentido

Por entre a porta, eu vejo a janela,
E, por entre a janela, eu vejo o céu,
E o céu chove gotas de mel,
Assim como a boca de minha bela

E as águas da chuva
Alimentam sucos de uva,
Uvas plantadas em terra pura,
De sabor especial e doçura!

Abelha e mel,
Suco e uva,
Misturados na chuva,
Que eu bebo do céu.

E na janela eu me ponho,
A ver e beber do céu,
Sem querer acordar do sonho.

Um comentário:

  1. sem sentido -ou n. Depois de escrita, a poesia não pertece mais ao autor, mas ao leitor.. Sentido encontra quem lê.. (e vc me disse tbm.. ¬¬')..

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